Funcionário transfere responsabilidades do setor, para acompanhante, sem oferecer orientação para tal. (Ex.: alimentar ou medicar o paciente com este em posição horizontal)
- Medicamento é colocado na mão do acompanhante para este medicar o paciente (?!) – Observa-se aí que a mão do paciente não passou por nenhum processo de higienização, apesar do Hospital dispor de recursos bastante para tal, porem o (a) profissional do plantão não está atenta(o) á isso.
- Faltam cuidados com higiene e profilaxia. Aparelhos como “patinhos” e “comadres” são retirados do paciente que ficam á espera de outro até que seja feita a troca de plantão de funcionários, fato constatado, cujo resultado foi o paciente urinar no leito, permanecer por longo tempo a espera para, alem de ter outro aparelho, também ser feito a higienização e a respectiva troca de roupa de cama. O episódio expõe, no mínimo, o paciente ao constrangimento, deixa o mesmo agitado e não é difícil imaginar outros problemas e desconfortos que tal ato pode causar.
- Falta, alem da bandeja ou cuba que deveriam ir até ao paciente com a devida medicação, um copo com água para ser oferecido o remédio e confirmar assim a ingestão do mesmo evitando a rejeição por parte do medicado.
OBS.: O profissional de enfermagem deve ter total responsabilidade pelo paciente enquanto este estiver sob seus cuidados.
“No dia 19, sábado, plantão dia, Paciente fez pico de glicemia, 281 (hiperglicemia) após almoço, depois de estar num longo período de estabilidade em que mantinha a mesma em escalas na faixa de 80 á 120. Sugeri, no entanto, que havia falha do controle nutricional, sugestão essa que foi aceita, isto é, não descartada pela enfermeira de plantão que justificou com a presença de funcionárias novas no setor. Portanto, falha grave na orientação e formação de pessoal.”
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